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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Carro elétrico é o futuro? Ainda estamos longe e as montadoras nos iludem

A curiosa catilinária elétrica assumida em discursos de governos de alguns países, grupos de pressão (alguns bem intencionados) e até fabricantes de veículos, sempre repercutidos pelo sabor da novidade, continua. 

Análise mais prudente deveria ser simplória: querer não é poder. Na vida real há bem mais dificuldades do que se imagina. Voluntarismo nunca funciona pois, afinal, erros podem sair muito caros.

Para começar, existe grande confusão entre carro eletrificado e carro elétrico. No primeiro caso, o motor a combustão continua presente, meramente auxiliado por um elétrico e por isso considerado híbrido. Já há uma segunda categoria de híbrido cuja autonomia elétrica é muito baixa (em torno de 50 km), mas a bateria pode ser recarregada tanto em tomadas quanto pelo próprio motor a combustão.

O elétrico puro ainda tem grandes desafios a superar até atingir um mínimo de 500 km de autonomia e dispor de pontos de recarga bem distribuídos. Sem contar o problema, ainda por equacionar, de reciclagem de baterias.

Prazo sem tecnologia? 

Governos de países europeus querem impor datas fatais para que só elétricos possam ser vendidos, sem dizer se híbridos estão incluídos (provavelmente, sim). Alemanha tem uma meta informal de registrar frota de um milhão de veículos elétricos até 2020. No ano passado, eram cerca de 75 mil -- então, se trata de "coisa para alemão ver". 

A China parece mais focada nas intenções de crescimento, de certa forma viáveis. Em recente palestra nos EUA, Don Walker, presidente da Magna, gigante canadense de autopeças, tocou o dedo na ferida: previu que elétricos (de verdade) responderão por apenas 3% a 6% do mercado global de veículos até 2025, isso se a China tiver sucesso em seus planos. "Bem francamente, fabricantes de veículos não falam em público no que realmente acreditam. 

Sabem o que vai acontecer, mas preferem jogar para a plateia e serem percebidas como empresas progressistas", disparou.

No Brasil, então, não há força e nem há querer por razões econômicas, logísticas e técnicas para isso. No recente 13º Salão de Veículos Híbridos-Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, realizado em São Paulo, apareceram dois novos importadores de marcas chinesas: Aoxin e Lgao. Testes de alguns modelos, em área coberta, atraíram a curiosidade de cerca de 6.000 visitantes em quatro dias de exposições.

Custos elevados

Entre as grandes dificuldades para crescimento, mesmo incipiente, da opção elétrica no país estão os custos envolvidos. Governos em todos os níveis estão exauridos financeiramente. Incentivos pesados, como ocorrem no exterior, nem ao menos apontam num horizonte longínquo, salvo iniciativas específicas e limitadas. Hoje, em todo o território nacional, há apenas 100 pontos de recarga. Então de pouco adiantaria ter disponibilidade de energia elétrica de fontes limpas como ocorre no Brasil, apesar de altos e baixos que dependem do regime de chuvas. Um recado nada animador, porém, veio de uma palestra do analista Ricardo Zommer, do Ministério da Indústria (e outros longos apêndices), durante o Salão: "Espaço (fiscal) para financiar infraestrutura para carros elétricos é inexistente". Melhor ser sincero, sem alimentar ilusões.

Fonte: Uol

Prius flex (híbrido) está mais perto das ruas e Bolt (elétrico) terá teste com frota

Esperado há muito, o aceno oficial do governo para que modelos híbridos e elétricos possam ter um tratamento tributário mais justo no Brasil pode ser suficiente para finalmente acelerar projetos no país. Toyota e General Motors, por exemplo, reforçaram suas propostas de testes e comercialização de veículos "verdes". Antes, BMW, Volkswagen e Hyundai haviam divulgado planos, ainda que tímidos, contando com um cenário mais positivo em 2018.

Conforme divulgado na última terça-feira (23), pelo ministro interino Marcos Jorge (Indústria e Comércio Exterior), elétricos e híbridos devem mesmo ter a alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzidos dos atuais 25% (teto de cobranças) para 7% (o mesmo patamar de modelos 1.0). De toda forma, o novo patamar precisa ser validado pelo Planalto e não será implantado de forma automática, haverá um período de transição.

Marcas como a japonesa Nissan (que trará o elétrico Leaf em 2019), sua parceira francesa Renault (que já poderia estar vendendo modelos como o Twizy), a norte-americana Ford, a sueca Volvo e até a chinesa BYD (que testa localmente o sedã e5 e a minivan e6) também podem se beneficiar das novas alíquotas para incrementar oferta no país. 

Claro, ainda é justo esperar por ações que sejam atraentes financeiramente -- essas, de fato, serviriam de incentivo para que donos de carros com motor comum pensassem na troca por modelos "limpos". Ainda assim, a faixa de IPI mais adequada, a isenção dos 35% do Imposto de Importação (desde 2015) e iniciativas pontuais de algumas cidades (ainda que haja problemas, como em São Paulo) melhoram o cenário, certamente.

Quando for validada e publicada, a nova lista de alíquotas de IPI para carros de passeio e comerciais leves deve ser: 7% (modelos 1.0 e híbridos ou elétricos); 11% (acima de 1.0 até 2.0, flex ou a etanol); 13% (2.0 a gasolina); 18% (acima de 2.0, flex ou a etanol); 25% (acima de 2.0, a gasolina); utilitários (4% e 8%).

Toyota à frente 

Em evento no qual a Toyota celebrou seus 60 anos no Brasil, executivos deram mais detalhes sobre a versão local do Prius, com motor híbrido flex, cujo projeto UOL Carros revelou com exclusividade em novembro. A estreia está prevista para o segundo semestre deste ano. 

Miguel Fonseca, vice-presidente executivo da Toyota do Brasil, afirmou que a versão bicombustível do híbrido será um dos carros "mais limpos do planeta". "Acredito que a eletrificação do etanol é a solução para o futuro da mobilidade no Brasil. É isso que vai colocar o país na rota mundial de tecnologia", aponta executivo. 

Esse sistema flex é desenvolvido localmente em parceria com as universidades UNB (de Brasília-DF) e USP (São Paulo). Ainda assim, o Prius deve continuar sendo importado do Japão, mesmo com motor a combustão bicombustível, uma vez que boa parte das tecnologias do carro ainda são fabricadas apenas lá.

Por conta deste cenário, o Prius Flex deve seguir recolhendo 4% de Imposto de Importação -- a faixa atual varia entre 0 e 7%, dependendo do modelo. Atualmente, o valor cobrado nas lojas é de R$ 126 mil.

GM em nova era 

Quem também pode acelerar seus planos é a General Motors, que completa 93 anos de atuação no Brasil na sexta-feira (26) e já testa o Bolt no país. 

Elétrico puro que impressiona ao acelerar, o Chevrolet Bolt  também chama atenção pelo modo como pode ser dirigido no trânsito: praticamente sem usar o pedal de freio. Basta escolher regeneração máxima ao retirar o pé do acelerador. Quadro de instrumentos indica autonomia otimista (até 380 km) e pessimista (diminui ansiedade ao informar ao motorista a distância restante na pior situação)

Em termos de estilo, porém, o Bolt assusta quase nada. Espaçoso, com piso todo plano na frente e atrás, o monovolume produzido pela GM nos EUA tem ótima posição ao volante e comportamento em curvas superior à média por seu baixo centro de gravidade. Câmera traseira, quando acionada, reproduz imagens em grande angulação na superfície total do espelho interno. Visualmente, se alinha aos atuais Chevrolet Cruze e Equinox.

Como o Bolt ainda é muito caro (custa nos EUA de US$ 38 mil a US$ 41 mil, enquanto o Prius similar ao vendido no Brasil parte de U$ 23.500 por lá), a empresa pretende formar pequena frota de demonstração e teste no Brasil -- atualmente há um único exemplar rodando. Mas o anúncio do novo IPI pode viabilizar incrementos.

Segundo Marcos Munhoz, vice-presidente da GM Mercosul, carros elétricos como o Bolt servirão para dar uma cara mais tecnológica e socialmente engajada à empresa. "Carros elétricos têm como missão cumprir três objetivos, que são: zero de emissões, zero de acidentes e zero de congestionamento", afirmou.

"São [objetivos] extremamente agressivos, extremamente ambiciosos, mas isso faz para nossa empresa uma linha clara do que a gente acredita que é o futuro, que com certeza passará por elétricos, que com certeza passará por autônomo e, com certeza, teremos várias formas de gerar eletricidade para esses carros", completou Munhoz, ressaltando que o Brasil ainda precisa discutir como criará sua rede de abastecimento e que, na prática, elétricos não serão modelos aptos a rodar em todas as cidades do país, mas em centros específicos. 

Ainda assim, de acordo com o executivo, "é o futuro em que acreditamos piamente e ele chegará mais rápido do que muita gente pode imaginar".

Fonte: Uol

Interrupção de energia limpa e transporte

Nos últimos 10 anos a energia solar vem “bombando” e cresce em media 30% a cada ano. Nos próximos 10 a 20 anos ela será a principal fonte de energia limpa da terra.

Em 2030 95% do uso dos carros serão de: carros elétricos, autônomos e sob demanda. Hoje usamos os nossos veículos apenas 4% do tempo. Os veículos autônomos serão massivamente aprovados pelas agências governamentais a partir de 2021.
A combinação de veículos elétricos, autônomos e sob demanda será 10 vezes mais barata do que possuir um veículo próprio.


A demanda por petróleo terá um pico em 2020 para (100 milhões de barris) e cairá para (70 milhões) em 2030, todavia, o preço cairá entre 2021 e 2022 para apenas US$ 25 o barril.

Estamos enfrentando a maior e mais rápida interrupção/mudança de fontes de energia e no modo de nos transportar da história, desde a revolução industrial do século 18.

Tudo isso irá redesenhar os mapas de muitas cidades. Hoje em muitos lugares, aproximadamente 1/3 dos espaços são destinados aos estacionamentos, que consequentemente, serão substituídos por parques ecológicos, casas populares, ambientes de negócios e etc.   

Fonte: Clean distuption of energy and transportation

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Incentivar energia solar geraria 4 milhões de empregos até 2030, diz estudo

Se os governos municipais, estaduais e federal adotassem medidas para incentivar o uso de energia solar, isso poderia criar quase 4 milhões de empregos, gerar R$ 11,3 bilhões em impostos e adicionar R$ 561,5 bilhões à economia brasileira até 2030.
A estimativa é do estudo "Alvorada – Como o incentivo à energia solar fotovoltaica pode transformar o Brasil", divulgado nesta semana pela ONG Greenpeace.
Os números acima, de acordo com o estudo, aconteceriam no melhor dos cenários: se os governos reduzissem os impostos sobre os materiais para a geração de energia solar e também se fosse liberado o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para trabalhadores comprarem esses equipamentos.
Nesse cenário ideal, o levantamento estima que cerca de 8,8 milhões de casas ou comércios chegariam a 2030 tendo suas próprias placas para geração de energia solar nos telhados. A energia gerada (41,4 mil MWp) seria o equivalente ao dobro do que se espera da hidrelétrica de Belo Monte, afirma o Greenpeace.

'Medidas factíveis'

"Todas as medidas levantadas no estudo são factíveis e de responsabilidade dos governos municipais, estaduais e federal. Está nas mãos do poder público permitir que os sistemas de energia fotovoltaica se tornem mais atrativos para a população e esse estudo mostra quais as melhores saídas para isso", diz Bárbara Rubim, responsável pela Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.
Se reduzissem os impostos sobre o setor, segundo o levantamento, os governos perderiam recursos com arrecadação inicialmente. Porém, afirma, isso seria compensado depois, com a criação de empregos, a aceleração econômica e o consequente aumento na arrecadação de impostos que isso geraria.

Benefício ambiental

Esses incentivos também teriam impactos positivos para o ambiente, aponta o Greenpeace. Se mais pessoas gerassem sua própria energia usando os raios solares, reduziriam o consumo de energia fornecida pelo governo, boa parte vinda das usinas térmicas.
Com isso, diz o estudo, toneladas de gases de efeito estufa deixariam de ser despejadas na atmosfera.
Fonte: Uol

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Visitantes da terra

"Somos todos visitantes deste tempo, deste lugar. Estamos só de passagem. O nosso objetivo é observar, crescer, amar. E depois vamos para casa."

(Provérbio aborígene)

A vida terrena é muito curta!


A vida terrena é muito curta para guardarmos magos, rancores e ressentimentos. Acorde todas as manhãs independentemente das condições climáticas, e agradeça com sinceridade a Deus/Universo pela dadiva da vida, faça chuva ou sol.
Peça a Deus/Universo forças para encarar as adversidades e seja grato pelas conquistas do cotidiano. Ao acordar, planeje o seu dia através de uma oração, se veja através dos seus pensamentos, realizando as tarefas do dia-a-dia. O seus pensamentos tem força e poder, eles se concretizam.
 O pensamento e a oração tem um poder, que talvez você não saiba o quão eficaz essa energia opera a seu favor.
Seja grato, humilde e caridoso! O amor transforma a sua vida de maneira natural e extremamente eficaz. Experimente essa sugestão e aguarde o retorno desse plantio, quem planta o bem, jamais colherá o mal.

Aprendiz Vitalício

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Apoio a Projetos de Eficiência Energética - Proesco

Objetivo

Apoiar projetos de eficiência energética.

Quem pode solicitar

-Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ESCO);
-usuários finais de energia;
-empresas de geração, transmissão e distribuição de energia.

O que pode ser financiado

Empreendimentos

Intervenções que comprovadamente contribuam para a economia de energia, aumentem a eficiência global do sistema energético ou promovam a substituição de combustíveis de origem fóssil por fontes renováveis.

Dentre os focos de ação possíveis, destacam-se os seguintes:

-iluminação;
-motores;
-otimização de processos;
-ar comprimido;
-bombeamento;
-ar condicionado e ventilação;
-refrigeração e resfriamento;
-produção e distribuição de vapor;
-aquecimento;
-automação e controle;
-geração, transmissão e distribuição de energia;
-gerenciamento energético;
-melhoria da qualidade da energia, inclusive correção do fator de potência; e
-redução da demanda no horário de ponta do consumo do sistema elétrico. 

Itens

-Estudos e projetos;
-obras e instalações;
-máquinas e equipamentos novos, fabricados no país e credenciados no BNDES;
-máquinas e equipamentos importados, sem similar nacional e já internalizados -no mercado nacional;
-serviços técnicos especializados; e
-sistemas de informação, monitoramento, controle e fiscalização.

O BNDES pode apoiar o capital de giro associado a itens de projetos financiados nesta linha. Consulte as condições específicas para este apoio.

Procedimentos operacionais específicos

As operações no âmbito do PROESCO poderão ser realizadas tanto diretamente pelo BNDES como por intermédio de instituições financeiras credenciadas, mediante repasse ou mandato específico, independentemente do valor do pedido do financiamento.

As operações de apoio às ESCO também podem ser realizadas na modalidade de risco compartilhado entre o BNDES e as instituições financeiras credenciadas. Nesta forma de apoio, o risco do BNDES é limitado, no máximo, a 80% do valor financiado. Os projetos devem ser apresentados ao Banco com a análise da instituição financeira credenciada mandatária, após ter sido realizada a certificação da viabilidade técnica por instituição capacitada.

Para projetos de usuários finais, geradores, transmissores e distribuidores de energia, os procedimentos são os usuais para enquadramento, análise e contratação.

Valor mínimo de financiamento

Não há.

Taxa de juros

Apoio direto
(operação feita diretamente com o BNDES)

Taxa de juros = Custo financeiro + Remuneração básica do BNDES + Taxa de risco de crédito (entenda as parcelas)

Porte da empresaMicro, pequenas e médias empresasMédia-grandes e grandes empresas
Custo financeiro No mínimo, TJLP 
Remuneração básica do BNDESA partir de 1,5% a.a.
A partir de 1,2 % ao ano (a.a.)
Taxa de risco de crédito
1% a.a. para Estados, Municípios e Distrito Federal
ou
até 4,18% a.a., conforme o risco de crédito do cliente

Observações:

(1) O custo financeiro será Cesta nas operações com empresas sediadas no País, cujo controle seja exercido, direta ou indiretamente, por pessoa física ou jurídica domiciliada ou sediada no exterior, destinado a investimentos de qualquer natureza em atividade econômica não especificada no  Decreto nº 2.233/97Link para um novo site, de 23.05.1997.
(2) A critério do BNDES, poderá ser aplicada às MPMEs a remuneração básica do BNDES das médias-grandes e grandes empresas.

Apoio indireto(operação feita por meio de instituição financeira credenciada)

Taxa de juros = Custo financeiro + Remuneração básica do BNDES + Taxa de intermediação financeira + Remuneração da instituição financeira credenciada (entenda as parcelas)

P
Porte da empresaMicro, pequenas e médias empresasMédia-grandes e grandes empresas
Custo financeiroNo mínimo, TJLP 
Remuneração
básica do BNDES
A partir de 1,5% a.a.
A partir de 1,2% ao ano (a.a.)
Taxa de intermediação financeira0,1% a.a.0,5% a.a.
Remuneração da instituição credenciadaNegociada entre a instituição e o cliente, limitada a, no máximo, 4% a.a.

Observação: 

(1) O custo financeiro será Cesta nas operações com empresas sediadas no País, cujo controle seja exercido, direta ou indiretamente, por pessoa física ou jurídica domiciliada ou sediada no exterior, destinado a investimentos de qualquer natureza em atividade econômica não especificada no  Decreto nº 2.233/97Link para um novo site, de 23.05.1997.
(2) A critério do BNDES, poderá ser aplicada às MPMEs a remuneração básica do BNDES das médias-grandes e grandes empresas.

Consulte também outras tarifas cobradas nos contratos de financiamento do BNDES.

Participação máxima do BNDES

O Banco financia até 70% do valor dos itens financiáveis.
Os clientes podem ter a participação do BNDES ampliada para até 90% do valor dos itens financiáveis. Mas, neste caso, a parcela do crédito referente ao aumento da participação terá custo equivalente a Cesta ou IPCA ou TS ou TJ3 ou TJ6 e a remuneração básica do BNDES será de, no mínimo, 1,2% a.a.

Prazo

Até 6 anos, incluído o prazo máximo de carência de 2 anos. 
Observação: os segmentos de Geração e Transmissão de Energia poderão ter prazo maior se a análise da operação específica indicar como necessário. 
Garantias

Nas operações de financiamento às ESCO, com risco compartilhado entre a instituição financeira credenciada e o BNDES, este poderá se responsabilizar por até 80% do risco da operação, devendo as instituições credenciadas assumir, no mínimo, 20%. Neste caso, será cobrada do cliente uma comissão especial por assunção de risco e as instituições credenciadas deverão obrigatoriamente exigir como garantia dos financiamentos a fiança dos controladores da ESCO e o penhor dos direitos creditórios decorrentes do contrato de prestação de serviços da ESCO com seu cliente.

Nas operações sob a forma de apoio indireta não automática, a definição das garantias ficará a critério da instituição financeira credenciada, respeitadas as normas do Banco Central do Brasil.


Como solicitar

As solicitações de apoio financeiro são encaminhadas diretamente ao BNDES por meio de Consulta Prévia, preenchida segundo as orientações do roteiro de informações específico para o PROESCO (DOC - 426 kB),  enviada pela empresa interessada ou por intermédio da instituição financeira credenciada de sua preferência, ao:

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES
Área de Planejamento - AP
Departamento de Prioridades - DEPRI
Av. República do Chile, 100 - Protocolo - Térreo
20031-917 - Rio de Janeiro - RJ


Fonte: BNDS

domingo, 26 de outubro de 2014

Cada macaco no seu galho

Opinião: se o PSDB voltar para o governo central, o PT automaticamente voltaria a exercer a sua melhor função “a ser e fazer oposição”. Eu penso que isso diminuiria os níveis de corrupção escancarados no Brasil, uma vez que nesse caso o grande vigia do erário (por mais paradoxal que seja falar isso) seria um grande especialista no assunto (PT), afinal, quando o “juiz” é bom, o jogador tende a evitar as suas trapaças.

E o mais importante disso tudo é que o Brasil seria o maior beneficiado, pois, teríamos a tão importante e necessária alternância de poder, e nesse caso com o partido/ideologia menos pior no comando central; já por outro lado, teríamos o menos pior dos "vigias" fazendo oposição contra os eventuais, ou se você preferir, os inevitáveis futuros malfeitos, afinal, ninguém melhor e mais experiente para defender o Brasil contra a corrupção, do que aquele que é faixa PreTa no assunto, você não acha?

ACC

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Use o cérebro antes do dedo! Sua arma é o voto.

Principais obras do PT em 12 ANOS de governo (DINHEIRO dos NOSSOS IMPOSTOS):
-Hidrelétrica na Nicarágua (US$ 800 milhões);
-Porto em Cuba (US$ 1,6 bilhões);
-Aeroportos em Cuba (US$ 150 milhões);
-Brasil financia rodovia na Bolívia (US$ 400 milhões);
-Brasil financiará 80% da construção de porto no Uruguai;-Brasil perdoa divida da ditadura africana;

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento. Oséias 4:6

Ela defendia o mínimo, o básico dos básicos. Defendia que as mulheres Paquistanesas tivessem acesso aos livros, acesso a cultura, por fim, acesso a educação básica escolar no seu país.
E por isso ela foi baleada na cabeça por membros do Taleban paquistanês no dia 09/10/12.

Graças a Deus ela se salvou e se recuperou. E a ironia nessa historia só não é maior porque o assunto principal era educação, afinal, tudo isso só não aconteceu por uma questão de consciência religiosa extremista, deturpada e por uma infinita falta de EDUCAÇÃO?
ACC

O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento. Oséias 4:6