Esperado há muito, o aceno oficial do governo para que modelos híbridos e elétricos possam ter um tratamento tributário mais justo no Brasil pode ser suficiente para finalmente acelerar projetos no país. Toyota e General Motors, por exemplo, reforçaram suas propostas de testes e comercialização de veículos "verdes". Antes, BMW, Volkswagen e Hyundai haviam divulgado planos, ainda que tímidos, contando com um cenário mais positivo em 2018.
Conforme divulgado na última terça-feira (23), pelo ministro interino Marcos Jorge (Indústria e Comércio Exterior), elétricos e híbridos devem mesmo ter a alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzidos dos atuais 25% (teto de cobranças) para 7% (o mesmo patamar de modelos 1.0). De toda forma, o novo patamar precisa ser validado pelo Planalto e não será implantado de forma automática, haverá um período de transição.
Marcas como a japonesa Nissan (que trará o elétrico Leaf em 2019), sua parceira francesa Renault (que já poderia estar vendendo modelos como o Twizy), a norte-americana Ford, a sueca Volvo e até a chinesa BYD (que testa localmente o sedã e5 e a minivan e6) também podem se beneficiar das novas alíquotas para incrementar oferta no país.
Claro, ainda é justo esperar por ações que sejam atraentes financeiramente -- essas, de fato, serviriam de incentivo para que donos de carros com motor comum pensassem na troca por modelos "limpos". Ainda assim, a faixa de IPI mais adequada, a isenção dos 35% do Imposto de Importação (desde 2015) e iniciativas pontuais de algumas cidades (ainda que haja problemas, como em São Paulo) melhoram o cenário, certamente.
Quando for validada e publicada, a nova lista de alíquotas de IPI para carros de passeio e comerciais leves deve ser: 7% (modelos 1.0 e híbridos ou elétricos); 11% (acima de 1.0 até 2.0, flex ou a etanol); 13% (2.0 a gasolina); 18% (acima de 2.0, flex ou a etanol); 25% (acima de 2.0, a gasolina); utilitários (4% e 8%).
Toyota à frente
Em evento no qual a Toyota celebrou seus 60 anos no Brasil, executivos deram mais detalhes sobre a versão local do Prius, com motor híbrido flex, cujo projeto UOL Carros revelou com exclusividade em novembro. A estreia está prevista para o segundo semestre deste ano.
Miguel Fonseca, vice-presidente executivo da Toyota do Brasil, afirmou que a versão bicombustível do híbrido será um dos carros "mais limpos do planeta". "Acredito que a eletrificação do etanol é a solução para o futuro da mobilidade no Brasil. É isso que vai colocar o país na rota mundial de tecnologia", aponta executivo.
Esse sistema flex é desenvolvido localmente em parceria com as universidades UNB (de Brasília-DF) e USP (São Paulo). Ainda assim, o Prius deve continuar sendo importado do Japão, mesmo com motor a combustão bicombustível, uma vez que boa parte das tecnologias do carro ainda são fabricadas apenas lá.
Por conta deste cenário, o Prius Flex deve seguir recolhendo 4% de Imposto de Importação -- a faixa atual varia entre 0 e 7%, dependendo do modelo. Atualmente, o valor cobrado nas lojas é de R$ 126 mil.
GM em nova era
Quem também pode acelerar seus planos é a General Motors, que completa 93 anos de atuação no Brasil na sexta-feira (26) e já testa o Bolt no país.
Elétrico puro que impressiona ao acelerar, o Chevrolet Bolt também chama atenção pelo modo como pode ser dirigido no trânsito: praticamente sem usar o pedal de freio. Basta escolher regeneração máxima ao retirar o pé do acelerador. Quadro de instrumentos indica autonomia otimista (até 380 km) e pessimista (diminui ansiedade ao informar ao motorista a distância restante na pior situação)
Em termos de estilo, porém, o Bolt assusta quase nada. Espaçoso, com piso todo plano na frente e atrás, o monovolume produzido pela GM nos EUA tem ótima posição ao volante e comportamento em curvas superior à média por seu baixo centro de gravidade. Câmera traseira, quando acionada, reproduz imagens em grande angulação na superfície total do espelho interno. Visualmente, se alinha aos atuais Chevrolet Cruze e Equinox.
Como o Bolt ainda é muito caro (custa nos EUA de US$ 38 mil a US$ 41 mil, enquanto o Prius similar ao vendido no Brasil parte de U$ 23.500 por lá), a empresa pretende formar pequena frota de demonstração e teste no Brasil -- atualmente há um único exemplar rodando. Mas o anúncio do novo IPI pode viabilizar incrementos.
Segundo Marcos Munhoz, vice-presidente da GM Mercosul, carros elétricos como o Bolt servirão para dar uma cara mais tecnológica e socialmente engajada à empresa. "Carros elétricos têm como missão cumprir três objetivos, que são: zero de emissões, zero de acidentes e zero de congestionamento", afirmou.
"São [objetivos] extremamente agressivos, extremamente ambiciosos, mas isso faz para nossa empresa uma linha clara do que a gente acredita que é o futuro, que com certeza passará por elétricos, que com certeza passará por autônomo e, com certeza, teremos várias formas de gerar eletricidade para esses carros", completou Munhoz, ressaltando que o Brasil ainda precisa discutir como criará sua rede de abastecimento e que, na prática, elétricos não serão modelos aptos a rodar em todas as cidades do país, mas em centros específicos.
Ainda assim, de acordo com o executivo, "é o futuro em que acreditamos piamente e ele chegará mais rápido do que muita gente pode imaginar".
Fonte: Uol
Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Tão logo, excelência, não é um modo de agir, mas sim um hábito. Aristóteles Buscando tornar-me mais sábio a cada dia e atrair pessoas com uma mentalidade semelhante para que possamos encontrar formas de construir um novo mundo. É você? https://twitter.com/Blog_Aprendiz
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sábado, 3 de fevereiro de 2018
Interrupção de energia limpa e transporte
Nos últimos 10 anos a energia solar vem “bombando” e cresce em media 30% a cada ano. Nos próximos 10 a 20 anos ela será a principal fonte de energia limpa da terra.
Em 2030 95% do uso dos carros serão de: carros elétricos, autônomos e sob demanda. Hoje usamos os nossos veículos apenas 4% do tempo. Os veículos autônomos serão massivamente aprovados pelas agências governamentais a partir de 2021.
A combinação de veículos elétricos, autônomos e sob demanda será 10 vezes mais barata do que possuir um veículo próprio.
A demanda por petróleo terá um pico em 2020 para (100 milhões de barris) e cairá para (70 milhões) em 2030, todavia, o preço cairá entre 2021 e 2022 para apenas US$ 25 o barril.
Estamos enfrentando a maior e mais rápida interrupção/mudança de fontes de energia e no modo de nos transportar da história, desde a revolução industrial do século 18.
Tudo isso irá redesenhar os mapas de muitas cidades. Hoje em muitos lugares, aproximadamente 1/3 dos espaços são destinados aos estacionamentos, que consequentemente, serão substituídos por parques ecológicos, casas populares, ambientes de negócios e etc.
Fonte: Clean distuption of energy and transportation
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Incentivar energia solar geraria 4 milhões de empregos até 2030, diz estudo
Se os governos municipais, estaduais e federal adotassem medidas para incentivar o uso de energia solar, isso poderia criar quase 4 milhões de empregos, gerar R$ 11,3 bilhões em impostos e adicionar R$ 561,5 bilhões à economia brasileira até 2030.
A estimativa é do estudo "Alvorada – Como o incentivo à energia solar fotovoltaica pode transformar o Brasil", divulgado nesta semana pela ONG Greenpeace.
Os números acima, de acordo com o estudo, aconteceriam no melhor dos cenários: se os governos reduzissem os impostos sobre os materiais para a geração de energia solar e também se fosse liberado o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para trabalhadores comprarem esses equipamentos.
Nesse cenário ideal, o levantamento estima que cerca de 8,8 milhões de casas ou comércios chegariam a 2030 tendo suas próprias placas para geração de energia solar nos telhados. A energia gerada (41,4 mil MWp) seria o equivalente ao dobro do que se espera da hidrelétrica de Belo Monte, afirma o Greenpeace.
'Medidas factíveis'
"Todas as medidas levantadas no estudo são factíveis e de responsabilidade dos governos municipais, estaduais e federal. Está nas mãos do poder público permitir que os sistemas de energia fotovoltaica se tornem mais atrativos para a população e esse estudo mostra quais as melhores saídas para isso", diz Bárbara Rubim, responsável pela Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.
Se reduzissem os impostos sobre o setor, segundo o levantamento, os governos perderiam recursos com arrecadação inicialmente. Porém, afirma, isso seria compensado depois, com a criação de empregos, a aceleração econômica e o consequente aumento na arrecadação de impostos que isso geraria.
Benefício ambiental
Esses incentivos também teriam impactos positivos para o ambiente, aponta o Greenpeace. Se mais pessoas gerassem sua própria energia usando os raios solares, reduziriam o consumo de energia fornecida pelo governo, boa parte vinda das usinas térmicas.
Com isso, diz o estudo, toneladas de gases de efeito estufa deixariam de ser despejadas na atmosfera.
Fonte: Uol
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Visitantes da terra
"Somos todos visitantes deste tempo, deste lugar. Estamos só de passagem. O nosso objetivo é observar, crescer, amar. E depois vamos para casa."
(Provérbio aborígene)
A vida terrena é muito curta!
A vida terrena é muito curta para guardarmos magos, rancores
e ressentimentos. Acorde todas as manhãs independentemente das condições climáticas,
e agradeça com sinceridade a Deus/Universo pela dadiva da vida, faça chuva ou
sol.
Peça a Deus/Universo forças para encarar as adversidades e
seja grato pelas conquistas do cotidiano. Ao acordar, planeje o seu dia através
de uma oração, se veja através dos seus pensamentos, realizando as tarefas do
dia-a-dia. O seus pensamentos tem força e poder, eles se concretizam.
O pensamento e a oração tem um poder, que talvez você não saiba o quão eficaz
essa energia opera a seu favor.
Seja grato, humilde e caridoso! O amor transforma a sua vida
de maneira natural e extremamente eficaz. Experimente essa sugestão e aguarde o
retorno desse plantio, quem planta o bem, jamais colherá o mal.
Aprendiz Vitalício
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Apoio a Projetos de Eficiência Energética - Proesco
Objetivo
Apoiar projetos de eficiência energética.
Quem pode solicitar
-Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ESCO);
-usuários finais de energia;
-empresas de geração, transmissão e distribuição de energia.
O que pode ser financiado
Empreendimentos
Intervenções que comprovadamente contribuam para a economia de energia, aumentem a eficiência global do sistema energético ou promovam a substituição de combustíveis de origem fóssil por fontes renováveis.
Dentre os focos de ação possíveis, destacam-se os seguintes:
-iluminação;
-motores;
-otimização de processos;
-ar comprimido;
-bombeamento;
-ar condicionado e ventilação;
-refrigeração e resfriamento;
-produção e distribuição de vapor;
-aquecimento;
-automação e controle;
-geração, transmissão e distribuição de energia;
-gerenciamento energético;
-melhoria da qualidade da energia, inclusive correção do fator de potência; e
-redução da demanda no horário de ponta do consumo do sistema elétrico.
Itens
-Estudos e projetos;
-obras e instalações;
-máquinas e equipamentos novos, fabricados no país e credenciados no BNDES;
-máquinas e equipamentos importados, sem similar nacional e já internalizados -no mercado nacional;
-serviços técnicos especializados; e
-sistemas de informação, monitoramento, controle e fiscalização.
O BNDES pode apoiar o capital de giro associado a itens de projetos financiados nesta linha. Consulte as condições específicas para este apoio.
Procedimentos operacionais específicos
As operações no âmbito do PROESCO poderão ser realizadas tanto diretamente pelo BNDES como por intermédio de instituições financeiras credenciadas, mediante repasse ou mandato específico, independentemente do valor do pedido do financiamento.
As operações de apoio às ESCO também podem ser realizadas na modalidade de risco compartilhado entre o BNDES e as instituições financeiras credenciadas. Nesta forma de apoio, o risco do BNDES é limitado, no máximo, a 80% do valor financiado. Os projetos devem ser apresentados ao Banco com a análise da instituição financeira credenciada mandatária, após ter sido realizada a certificação da viabilidade técnica por instituição capacitada.
Para projetos de usuários finais, geradores, transmissores e distribuidores de energia, os procedimentos são os usuais para enquadramento, análise e contratação.
Valor mínimo de financiamento
Não há.
Taxa de juros
Apoio direto
(operação feita diretamente com o BNDES)
Taxa de juros = Custo financeiro + Remuneração básica do BNDES + Taxa de risco de crédito (entenda as parcelas)
Observações:
(1) O custo financeiro será Cesta nas operações com empresas sediadas no País, cujo controle seja exercido, direta ou indiretamente, por pessoa física ou jurídica domiciliada ou sediada no exterior, destinado a investimentos de qualquer natureza em atividade econômica não especificada no Decreto nº 2.233/97Link para um novo site, de 23.05.1997.
(2) A critério do BNDES, poderá ser aplicada às MPMEs a remuneração básica do BNDES das médias-grandes e grandes empresas.
Apoio indireto(operação feita por meio de instituição financeira credenciada)
Taxa de juros = Custo financeiro + Remuneração básica do BNDES + Taxa de intermediação financeira + Remuneração da instituição financeira credenciada (entenda as parcelas)
P
Observação:
(1) O custo financeiro será Cesta nas operações com empresas sediadas no País, cujo controle seja exercido, direta ou indiretamente, por pessoa física ou jurídica domiciliada ou sediada no exterior, destinado a investimentos de qualquer natureza em atividade econômica não especificada no Decreto nº 2.233/97Link para um novo site, de 23.05.1997.
(2) A critério do BNDES, poderá ser aplicada às MPMEs a remuneração básica do BNDES das médias-grandes e grandes empresas.
Consulte também outras tarifas cobradas nos contratos de financiamento do BNDES.
Participação máxima do BNDES
O Banco financia até 70% do valor dos itens financiáveis.
Os clientes podem ter a participação do BNDES ampliada para até 90% do valor dos itens financiáveis. Mas, neste caso, a parcela do crédito referente ao aumento da participação terá custo equivalente a Cesta ou IPCA ou TS ou TJ3 ou TJ6 e a remuneração básica do BNDES será de, no mínimo, 1,2% a.a.
Prazo
Até 6 anos, incluído o prazo máximo de carência de 2 anos.
Observação: os segmentos de Geração e Transmissão de Energia poderão ter prazo maior se a análise da operação específica indicar como necessário.
Garantias
Nas operações de financiamento às ESCO, com risco compartilhado entre a instituição financeira credenciada e o BNDES, este poderá se responsabilizar por até 80% do risco da operação, devendo as instituições credenciadas assumir, no mínimo, 20%. Neste caso, será cobrada do cliente uma comissão especial por assunção de risco e as instituições credenciadas deverão obrigatoriamente exigir como garantia dos financiamentos a fiança dos controladores da ESCO e o penhor dos direitos creditórios decorrentes do contrato de prestação de serviços da ESCO com seu cliente.
Nas operações sob a forma de apoio indireta não automática, a definição das garantias ficará a critério da instituição financeira credenciada, respeitadas as normas do Banco Central do Brasil.
Como solicitar
As solicitações de apoio financeiro são encaminhadas diretamente ao BNDES por meio de Consulta Prévia, preenchida segundo as orientações do roteiro de informações específico para o PROESCO (DOC - 426 kB), enviada pela empresa interessada ou por intermédio da instituição financeira credenciada de sua preferência, ao:
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES
Área de Planejamento - AP
Departamento de Prioridades - DEPRI
Av. República do Chile, 100 - Protocolo - Térreo
20031-917 - Rio de Janeiro - RJ
Fonte: BNDS
Apoiar projetos de eficiência energética.
Quem pode solicitar
-Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ESCO);
-usuários finais de energia;
-empresas de geração, transmissão e distribuição de energia.
O que pode ser financiado
Empreendimentos
Intervenções que comprovadamente contribuam para a economia de energia, aumentem a eficiência global do sistema energético ou promovam a substituição de combustíveis de origem fóssil por fontes renováveis.
Dentre os focos de ação possíveis, destacam-se os seguintes:
-iluminação;
-motores;
-otimização de processos;
-ar comprimido;
-bombeamento;
-ar condicionado e ventilação;
-refrigeração e resfriamento;
-produção e distribuição de vapor;
-aquecimento;
-automação e controle;
-geração, transmissão e distribuição de energia;
-gerenciamento energético;
-melhoria da qualidade da energia, inclusive correção do fator de potência; e
-redução da demanda no horário de ponta do consumo do sistema elétrico.
Itens
-Estudos e projetos;
-obras e instalações;
-máquinas e equipamentos novos, fabricados no país e credenciados no BNDES;
-máquinas e equipamentos importados, sem similar nacional e já internalizados -no mercado nacional;
-serviços técnicos especializados; e
-sistemas de informação, monitoramento, controle e fiscalização.
O BNDES pode apoiar o capital de giro associado a itens de projetos financiados nesta linha. Consulte as condições específicas para este apoio.
Procedimentos operacionais específicos
As operações no âmbito do PROESCO poderão ser realizadas tanto diretamente pelo BNDES como por intermédio de instituições financeiras credenciadas, mediante repasse ou mandato específico, independentemente do valor do pedido do financiamento.
As operações de apoio às ESCO também podem ser realizadas na modalidade de risco compartilhado entre o BNDES e as instituições financeiras credenciadas. Nesta forma de apoio, o risco do BNDES é limitado, no máximo, a 80% do valor financiado. Os projetos devem ser apresentados ao Banco com a análise da instituição financeira credenciada mandatária, após ter sido realizada a certificação da viabilidade técnica por instituição capacitada.
Para projetos de usuários finais, geradores, transmissores e distribuidores de energia, os procedimentos são os usuais para enquadramento, análise e contratação.
Valor mínimo de financiamento
Não há.
Taxa de juros
Apoio direto
(operação feita diretamente com o BNDES)
Taxa de juros = Custo financeiro + Remuneração básica do BNDES + Taxa de risco de crédito (entenda as parcelas)
| Porte da empresa | Micro, pequenas e médias empresas | Média-grandes e grandes empresas |
|---|---|---|
| Custo financeiro | No mínimo, TJLP | |
| Remuneração básica do BNDES | A partir de 1,5% a.a. |
A partir de 1,2 % ao ano (a.a.)
|
| Taxa de risco de crédito |
1% a.a. para Estados, Municípios e Distrito Federal
ou
até 4,18% a.a., conforme o risco de crédito do cliente
| |
Observações:
(1) O custo financeiro será Cesta nas operações com empresas sediadas no País, cujo controle seja exercido, direta ou indiretamente, por pessoa física ou jurídica domiciliada ou sediada no exterior, destinado a investimentos de qualquer natureza em atividade econômica não especificada no Decreto nº 2.233/97Link para um novo site, de 23.05.1997.
(2) A critério do BNDES, poderá ser aplicada às MPMEs a remuneração básica do BNDES das médias-grandes e grandes empresas.
Apoio indireto(operação feita por meio de instituição financeira credenciada)
Taxa de juros = Custo financeiro + Remuneração básica do BNDES + Taxa de intermediação financeira + Remuneração da instituição financeira credenciada (entenda as parcelas)
P
| Porte da empresa | Micro, pequenas e médias empresas | Média-grandes e grandes empresas |
|---|---|---|
| Custo financeiro | No mínimo, TJLP | |
| Remuneração básica do BNDES | A partir de 1,5% a.a. |
A partir de 1,2% ao ano (a.a.)
|
| Taxa de intermediação financeira | 0,1% a.a. | 0,5% a.a. |
| Remuneração da instituição credenciada | Negociada entre a instituição e o cliente, limitada a, no máximo, 4% a.a. | |
Observação:
(1) O custo financeiro será Cesta nas operações com empresas sediadas no País, cujo controle seja exercido, direta ou indiretamente, por pessoa física ou jurídica domiciliada ou sediada no exterior, destinado a investimentos de qualquer natureza em atividade econômica não especificada no Decreto nº 2.233/97Link para um novo site, de 23.05.1997.
(2) A critério do BNDES, poderá ser aplicada às MPMEs a remuneração básica do BNDES das médias-grandes e grandes empresas.
Consulte também outras tarifas cobradas nos contratos de financiamento do BNDES.
Participação máxima do BNDES
O Banco financia até 70% do valor dos itens financiáveis.
Os clientes podem ter a participação do BNDES ampliada para até 90% do valor dos itens financiáveis. Mas, neste caso, a parcela do crédito referente ao aumento da participação terá custo equivalente a Cesta ou IPCA ou TS ou TJ3 ou TJ6 e a remuneração básica do BNDES será de, no mínimo, 1,2% a.a.
Prazo
Até 6 anos, incluído o prazo máximo de carência de 2 anos.
Observação: os segmentos de Geração e Transmissão de Energia poderão ter prazo maior se a análise da operação específica indicar como necessário.
Garantias
Nas operações de financiamento às ESCO, com risco compartilhado entre a instituição financeira credenciada e o BNDES, este poderá se responsabilizar por até 80% do risco da operação, devendo as instituições credenciadas assumir, no mínimo, 20%. Neste caso, será cobrada do cliente uma comissão especial por assunção de risco e as instituições credenciadas deverão obrigatoriamente exigir como garantia dos financiamentos a fiança dos controladores da ESCO e o penhor dos direitos creditórios decorrentes do contrato de prestação de serviços da ESCO com seu cliente.
Nas operações sob a forma de apoio indireta não automática, a definição das garantias ficará a critério da instituição financeira credenciada, respeitadas as normas do Banco Central do Brasil.
Como solicitar
As solicitações de apoio financeiro são encaminhadas diretamente ao BNDES por meio de Consulta Prévia, preenchida segundo as orientações do roteiro de informações específico para o PROESCO (DOC - 426 kB), enviada pela empresa interessada ou por intermédio da instituição financeira credenciada de sua preferência, ao:
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES
Área de Planejamento - AP
Departamento de Prioridades - DEPRI
Av. República do Chile, 100 - Protocolo - Térreo
20031-917 - Rio de Janeiro - RJ
Fonte: BNDS
domingo, 26 de outubro de 2014
Cada macaco no seu galho
Opinião: se o PSDB voltar para o governo central, o PT
automaticamente voltaria a exercer a sua melhor função “a ser e fazer oposição”.
Eu penso que isso diminuiria os níveis de corrupção escancarados no Brasil, uma
vez que nesse caso o grande vigia do erário (por mais paradoxal que seja falar
isso) seria um grande especialista no assunto (PT), afinal, quando o “juiz” é
bom, o jogador tende a evitar as suas trapaças.
E o mais importante disso tudo é que o Brasil seria o maior
beneficiado, pois, teríamos a tão importante e necessária alternância de poder, e nesse caso com o partido/ideologia menos pior no comando central; já por outro lado, teríamos
o menos pior dos "vigias" fazendo oposição contra os eventuais, ou se você
preferir, os inevitáveis futuros malfeitos, afinal, ninguém melhor e mais
experiente para defender o Brasil contra a corrupção, do que aquele que é faixa
PreTa no assunto, você não acha?
ACC
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Use o cérebro antes do dedo! Sua arma é o voto.
Principais obras do PT em 12 ANOS de governo (DINHEIRO dos NOSSOS IMPOSTOS):
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento. Oséias 4:6
Ela defendia o mínimo, o básico dos básicos. Defendia que
as mulheres Paquistanesas tivessem acesso aos livros, acesso a cultura, por
fim, acesso a educação básica escolar no seu país.
E por isso ela foi baleada na cabeça por membros do
Taleban paquistanês no dia 09/10/12.
Graças a Deus ela se salvou e se recuperou. E a ironia
nessa historia só não é maior porque o assunto principal era educação, afinal, tudo isso só
não aconteceu por uma questão de consciência religiosa extremista, deturpada e por uma infinita falta de EDUCAÇÃO?
ACC
O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento. Oséias 4:6
sábado, 4 de outubro de 2014
Inveja e infelicidade gera tédio.
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Um país à beira do precipício – artigo do GLOBO
Como ainda ter esperanças no eterno “país do futuro” quando vemos que a presidente Dilma, depois dos novos escândalos da Petrobras, continua como favorita na corrida eleitoral? Não só isso: a delação premiada do importante ex-diretor Paulo Roberto Costa, chamado de “Paulinho” por Lula, não fez um único arranhão na candidatura da presidente. É um espanto!
Quando estourou o escândalo do mensalão em 2005, muitos acharam que era o fim de Lula e do PT. Os tucanos julgaram melhor deixá-lo sangrando até as eleições em vez de partir para um pedido legítimo de impeachment. Lula foi reeleito. A economia ia bem, graças principalmente ao crescimento chinês.
Em 2010, Lula decidiu iluminar seu “poste”, e Dilma, sem jamais ter vencido uma eleição na vida, foi alçada diretamente ao posto máximo de nossa política. Havia vários escândalos de corrupção divulgados pela imprensa, mas nada disso adiantou. A economia estava “bombando”, no auge da euforia com o Brasil. E, como sabemos, é a economia que importa, certo?
Mas o que dizer de 2014, então? Os escândalos só aumentaram, a imagem de “faxineira ética” virou piada de mau gosto, e até a economia mudou o curso, derrubando o mito de “gerentona eficiente”. Já estamos em recessão, apesar de uma inflação bastante elevada. Não obstante, Dilma ainda é a líder nas pesquisas. Como?
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/um-pais-a-beira-do-precipicio-artigo-do-globo/
sábado, 27 de setembro de 2014
Você esta em busca de transformação pessoal?
Se você esta em busca de transformação e acredita que a sua
personalidade cria a sua realidade pessoal, então, aplique esses três passos
abaixo (através da meditação diária) antes de se levantar da cama:
sábado, 13 de setembro de 2014
Dez nomes fundamentais para a História do Brasil.
As pessoas que fizeram o país em que vivemos hoje, de acordo com a escolha do público e de especialistas:
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sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Desejo-lhe MUITO Sucesso...
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Formas e modelos
"O
dinheiro é uma nova forma de escravidão, e distinguível do velho modelo
simplesmente pelo fato de que ele é impessoal - não há relação humana
entre senhor e escravo"
Leo Tolstoy
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Fast Food?
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Eleições. Use o cérebro antes do dedo!
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terça-feira, 12 de agosto de 2014
Bagunça...
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A sua arma é o voto, use o cérebro antes do dedo!
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sábado, 2 de agosto de 2014
Viva o HOJE e o AGORA!
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Passe o secador amor!
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