muita justiça feita nesses casos.
Na politica, só é descoberto e punido o malfeito, aquilo que
a maioria dos eleitos desejam investigar e punir, ou, quando raramente a opinião
publica se envolve de verdade no assunto, pressionando os seus representantes.
Como a maioria dos eleitos querem continuar gozando das benécies da maquina, e a
opinião publica pouco demonstra e usa a sua força, tão logo, nada feito e joga-se
pano preto no malfeito.
Esse sistema presidencialista de coalisão que governa o
país, além de manter inchada ao extremo a maquina publica de acomodados
grevistas, transforma o que os políticos demagogos chamam de cabide eleitoral, digo
demagogos, porque eles quando oposição critica a situação e prometem milagres,
já quando tomam o poder, são tomados por uma forte amnesia, esquecem tudo que
prometeram e pouco fazem para mudar o rumo do país.
Certa vez, Fernando Collor as vésperas da eleição 1990
esteve no programa Roda Viva e disse ser adepto ao sistema parlamentarista, por
entender e acreditar, que a maquina publica pouco se mudaria, quando houvesse a
troca do primeiro ministro, e que isso além de ser bom, evitaria os tais
cabides de emprego do sistema atual, permanecendo na maquina apenas os “pseudos”
técnicos competentes para a função, não deixando então, vagas para políticos aventureiros
e incompetentes, tentarem a sorte na administração das empresas estatais,
agencias reguladoras e etc. Enfim, ele defendeu o sistema e nada fez, embora,
não tivesse dado tempo, por ter ficado tão pouco no poder. Lembremos que ele
empregou um governo “kamikaze”, e entre outras coisas, ignorou a politica, esquecendo-se,
que sem apoio do resto da “tropa de elite de coalisão”, nenhum presidente
governa esse país.
Itamar Franco, outro que também ficou pouco tempo no
poder, também revelou nesse mesmo programa em 2006, que tinha muita simpatia
pelo modelo parlamentarista. Qual seria a resposta em não ter sequer tentado mudar
o regime? Ora, se ele só governou o país por apenas 26 meses, e enfrentou uma
inflação nas alturas, talvez, a única coisa apropriada para a ocasião, fosse o
empenho na criação do plano real (ministro Rubens Recupero) visando colocar o
país no eixo para o próximo governo.
O disco não esta arranhado, FHC também disse neste programa
que era adepto ao sistema/regime parlamentarista, ora por que ele não tentou?
Segundo o sociólogo politico, ou seria politico sociólogo? Segundo o
ex-presidente, isso jamais teria tido força e apoio no congresso.
Em suma, se alguma
coisa nesse pobre texto do aprendiz faz sentido, fica fácil entender que mudar
de sistema, significaria acabar com as tetas que os famintos mamíferos da
politica, encontram na maquina publica, a mama maquina. Porque mudar o Brasil, me parece uma grande utopia dos jovens como eu, que, embora, não acredite
mais em papai Noel, ainda sim acredita no "super-homem"! Seria o Lula? Não, claro que não, o
Lula nunca sabe de nada, afinal, ele vive dizendo que foi apunhalado pelas costas pelos companheiros
malvadinhos que o cercam.
Cuja boca fala
vaidade, e a sua mão direita é a destra de falsidade. Salmos 144:8
ACC
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