externas e no futuro, como um substituto para a alegria de ser. Enquanto eu sou a minha mente, eu sou esses desejos, essas necessidades, esse querer, os apegos e as aversões, e, além disso, não existe "eu", exceto como uma mera possibilidade, um potencial não realizado, uma semente que ainda não germinou. Nesse estado, mesmo o meu desejo de se tornar “livre ou iluminado” é apenas mais um desejo para a realização ou conclusão no futuro. Por isso, não procure se libertar do desejo ou "alcançar" a iluminação. Seja/esteja presente. Seja/esteja lá como observador da mente. Em vez de citar o Buda, seja o Buda, seja "o despertar em você", que é o que a palavra buda verdadeiramente significa.
E.Tolle

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