Nos últimos dias o assunto falta de energia voltou
à tona no cenário
brasileiro. Os apagões começaram no governo tucano PSDB do FHC
e infelizmente se repetem durante toda essa década do PT de Lula/Dilma na
liderança do país.
O físico e professor José Goldemberg foi o entrevistado
do programa Canal Livre da Band do ultimo domingo 09/02/14, e disse que estudos
do próprio governo (Ministério de Minas e Energia), afirmam a possibilidade de
duplicar a nossa capacidade energética de enérgica limpa, através das hidroelétricas.
Todavia, o nosso maior empecilho esta sempre
na dificuldade de obter as licenças ambientais junto ao IBAMA, uma vez que o
nosso maior potencial esta na Amazônia.
Assim, deixando de fora toda a ineficiência e a falta
de vontade politica de TODOS os governos em questão, as perguntas que nos
restam são:
Não é possível equalizar esse discurso e
achar um meio termo entre avançar e preservar a natureza?
Entre o progresso ou a estagnação de país
por motivos ecológicos-políticos, o que deve prevalecer?
Vale mais a NÃO criação de uma determinada hidroelétrica
para preservar um numero pequeno de pessoas que vivem aos arredores da
construção, e que optaram por não se removerem (mesmo sendo “ajudados” pelo
governo), ou deve prevalecer os interesses de um todo que se beneficiarão dessa
construção?
Vale mais pensar nos lambaris, pacus,
pererecas e afins, ou o homem deve ter preferencia nessa escolha?
Obviamente, que o meio termo e a harmonia
com o meio ambiente é a melhor escolha. Viver em um mundo sustentável é a
pedida universal, embora, o difícil nisso tudo é esperar, esperar e esperar,
ficar para trás no cenário politico econômico, ficar sem energia, derreter nesse
calor todo sem ventilador ou ar condicionado... e ver a perereca aproveitar.
ACC

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